Perguntas Frequentes



A partir do momento que se colocam as mãos no paciente, isolam-se as porções do tecido corpora que guardaram as memórias de agressões e permite-se que o corpo promova sua autocorreção. Isso acontece em todas as pessoas, desde recém-nascidos até pessoas idosas. Portanto, não tem como a melhora do paciente ser auxiliada pela auto-sugestão, até mesmo porque os bebês, que ainda não têm como ser sugestionados e as pessos mais discrentes obtém resultados.


Sim. A Microfisioterapia pode ser realizada simultaneamente a outros tratamentos, sejam eles físicos ou psíquicos, como outras técnicas fisioterápicas ou tratamento medicamentoso.


Muitas doenças e dores se devem a pequenas disfunções que se acumulam durante a nossa existência e terminam por enfraquecer o organismo. Essas disfunções podem ter com causa uma frustração, perdas, sentimentos de abandono, traumas que ocorreram na gestação, intoxicações e até mesmo as memórias hereditárias. A microfisioterapia ajuda o corpo a eliminar estas “cicatrizes” e pode ajudar a melhorar muitos estados de saúde. Ajuda o organismo a fazer sua reconstituição, evacuando os vestígios tanto emocionais como traumáticos. Muitos dos problemas de saúde podem encontrar uma possibilidade de melhora com a microfisioterapia.


Não. Todos podem sentir o micromovimento, no entanto é necessário um bom conhecimento da anatomia humana para se efetuar um bom tratamento. É por isso que o Centro de Formação de Microfisioterapia (França) forma apenas fisioterapeutas e médicos. Antes de ser microfisioterapeuta, o fisioterapeuta é, sobretudo um profissional de saúde que tem um diploma de Estado. Nos últimos anos foram abertas exceções para veterinários para que trabalhem com os animais também


A medicina convencional européia é cartesiana, recusa os aspectos psicossomáticos das doenças e não aceita uma concepção de memória que não se inscreve na cabeça e sim no corpo. Mas a microfisioterapia já foi testada com parâmetros aceitos pela medicina "oficial". Nossa primeira experiência foi feita em 1982, no departamento de gastroenterologia do Hospital Universitário de Bensançon (França). Foi uma experiência considerada do tipo A, que utilizou o chamado duplo-cego: 30 pacientes foram tratados com placebo e 30 com microfisioterapia. Todos sofriam de colopatias [doenças no cólon]. Dos que foram submetidos à microfisioterapia, 76% tiveram as atividades do intestino reabilitadas. Isso só aconteceu com 34% do grupo que recebeu placebo. Mas a comunidade médica se calou. Nesses anos todos, já fizemos 42 experimentações validadas e ainda há silêncio. A medicina oficial não nega, mas também não ajuda.


São a irmã e o irmão. Costumo dizer que a microfisioterapia é a homeopatia manual, e a homeopatia é a microfisioterapia medicamentosa, porque ambas seguem duas leis: a da cura pelo infinitesimal (o medicamento diluído, a apalpação mínima) e pela similitude (o semelhante cura o semelhante).


A técnica é realizada sem que haja a necessidade de se despir e o que é melhor, sem interferência alguma. Quanto à roupa ideal, quanto mais leve melhor, porém não influenciará negativamente no tratamento caso a pessoa não esteja vestida com roupas leves.


Não. A microfisioterapia não se opõe à medicina de emergência (drogas, cirurgias, etc...); essa técnica não age diretamente no sintoma como um remédio de emergência, mas sim em sua causa por isso ambos são complementares. Pode ser realizada em qualquer idade (inclusive recém-nascidos portadores ou não de necessidades especiais); jovens; adultos e idosos; esportistas e todos aqueles que querem prevenir patologias.


A Microfisioterapia pode ser realizada como prevenção ou como tratamento no intuito de auxiliar o corpo a reagir e promover sua autocura. Pode ser realizado após uma agressão ou um evento de perturbação mas também pode ser realizado sem ter sofrido alguma agressão ou evento de perturbação aparente; isso porque nem sempre o que não é considerado por nós uma agressão ou perturbação é compreendido pelo corpo da mesma forma; assim sendo, freqüentemente sofremos várias agressões não perceptíveis por nós mas que nosso organismo interpretou como agressão e pode ter guardado como uma memória.


Porque a memória traumática que causa a dor não está necessariamente no mesmo local. O corpo é uma máquina complexa com reações em cadeia que podem fazer-se em longas distãncias. É por isso que o tratamento não é localizado unicamente sobre uma região, mas sobre o conjunto do organismo, o fisioterapeuta considera o corpo na sua globalidade. Assim, dores lombares podem ter como origem as glândulas paratireóides situadas na base do pescoço: estas enviam uma mensagem química errada que provoca espasmos dos músculos da coluna a nível lombar. Por um diagnóstico micropalpatório compêndio, o fisioterapeuta poderá localizar e identificar a memória traumática que causa hoje a dor. Ajudando o corpo a eliminar esta cicatriz, vai causar não somente o alívio da dor, mas também vai ajudar o corpo a eliminar os riscos de recidivas, ou que essa memória desloque-se ou que ela cause uma degeneração.


O trabalho que o corpo inicia vai provocar um ligeiro cansaço durante 1 ou 2 dias. É, assim, indicado que o paciente descanse após a sessão (não fazer esforço físico desnecessário, não dirigir por um longo período de tempo…). Para que este cansaço seja mínimo, é aconselhado ingerir de 1,5 a 2 litros de água por dia nos próximos dias que seguem a sessão, para facilitar o trabalho de eliminação. É comum também os sintomas físicos como diarréia, vômito, aumento da dor, febre, crise emocional ou sentimento de raiva por um ou dois dias. Isso acontece como sinal de liberação das memórias agressoras, o paciente deve então descansar e deixar o sistem imunógico trabalhar, com o mínimo de interferência medicamentosa possível, nã esquecendo de beber muita água.


Uma sessão de microfisioterapia dura cerca de 30 a 45 minutos. Após ter exposto as razões da consulta, o paciente, ainda vestido, se deita sobre uma maca. O fisioterapeuta vai primeiro localizar e identificar as cicatrizes que obstruem o corpo controlando os ritmos vitais. Ao detectar uma perturbação, ele vai usar palpações sutis para re-informar o organismo da presença desta cicatriz. Assim o corpo vai reencontrar a memória do choque, concentrar-se nela para eliminá-la definitivamente. O paciente permanece deitado durante a sessão e vai receber as informações dos bloqueios encontrados. Já nesse momento o corpo pode iniciar o processo de reconhecimento e eliminação do agressor, muitas vezes o paciente pode sentir cansaço e sonolência são percebidos antes que a sessão acabe.


A sensação que o fisioterapeuta procura no corpo do paciente é a perda de ritmo vital. Qualquer atividade corporal tem seu ritmo vital dentro do organismo e também à superfície da pele. Estes ritmos vitais são percebidos pelas mãos como “micromovimentos”. O fisioterapeuta vai palpar diferentes zonas do corpo a fim de verificar se os ritmos são normais, essa palpação se faz em um movimento de aproximação das mãos. Se os ritmos estiverem ausentes, isso significa que existe uma “cicatriz”, fonte de uma disfunção na região ou a distância. É essa sensação que vai guiar o terapeuta a seguir o caminho que a agressão percorreu no corpo e consequentemente ativar sua auto cura.


Para um sintoma dado, 3 sessões são o máximo. Normalmente, uma sessão é suficiente para se obter um bom resultado. A segunda sessão pode ser realizada dependendo de como se desenvolveu a primeira, se o terapeuta achar necessário ou se o paciente ainda apresentar queixas. As sessões deverão ser espaçadas de 3 semanas à 1 mês, para que o corpo tenha tempo de fazer seu trabalho. Se o problema for agudo, é provavelmente indicado duas sessões seguidas. Além disso, se 3 sessões não for o suficiente para reencontrar o vestígio deixado no organismo pelo acontecimento responsável pelos sintomas, é porque essa lesão está em outros campos de investigação e é por isso que a técnica está em contínua evolução. Por outro lado, é conveniente efetuar uma sessão por ano, a título preventivo, o paciente pode escolher realizar sessões a cada 6 meses para controle ou sempre que tiver sintomas agudos.



O objetivo da microfisioterapia é restaurar a vitalidade dos tecidos do corpo que foram afetados por algum trauma -seja uma torção, uma infecção por vírus ou um choque emocional. A terapia se baseia na descoberta de que todos os tecidos do corpo, do epitelial ao nervoso, guardam a memória dos traumas físicos e psíquicos que sofreram em qualquer fase da vida. A partir dessas inscrições no corpo, podemos reencontrar e datar os acontecimentos que iniciaram o processo de desorganizar um tecido ou um órgão, provocando o desenvolvimento de doenças.
Esse diagnóstico é feito por meio de micropalpações na derme e na epiderme. A ação do terapeuta é realizar no tecido apalpado atos que simulem, em microescala, a origem do trauma e despertem os mecanismos de autocorreção. É como uma vacina, que inocula o vírus em pequena quantidade, que não causa a doença, mas faz o organismo produzir anticorpos. Ou como a diluição de um remédio homeopático.



Porque é fundada sobre um princípio natural e elementar da vida: ajudar o corpo a evacuar todos os traumas passados ou presentes que guarda na memória celular e que o impedem de funcionar bem, como pequenos grãos de areia numa mecânica. Diariamente, o nosso corpo luta contra agressões de todas as naturezas e diferentes intensidades, provindo do exterior (micróbios, toxinas, choques físicos ou emocionais) ou o interior (fraqueza de um órgão, cansaço, problemas existenciais). Geralmente, o nosso organismo autocorrige-se em silêncio sem que seja percebido. Contudo, se as infrações não forem identificadas, não reconhecidas ou muito fortes, o corpo não pode reagir de forma eficaz: a agressão deixa então uma espécie “cicatriz” nos tecidos, uma memória do acontecimento. Apesar deste vestígio, causar uma impressão de cura, o acúmulo destas memórias pode fazer com que uma dor apareça, uma doença se desenvolva, e que o corpo, se enfraqueça, sendo incapaz de lutar. Então, aparecem as dores e doenças crônicas.
A microfisioterapia vai ajudar na eliminação natural destas memórias que enfraquecem o nosso organismo. Quando liberado o obstáculo, o corpo vai então poder reencontrar as capacidades que perdeu, às vezes mesmo após anos.


Dr. Viviane
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